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Exposição: CONTAR, CORTAR. Conto o que recortei do conto.

Quando:


Data: 22/06/2017 - 13/07/2017

Horário: 19:00 - 22:00

Sobre:


“Contos. Recortados de histórias que vejo desenhadas na nossa cidade.
Desenhos feitos de linha sem cor, de escolha, simplificação.
Desenhos no espaço, na imensidão do que me envolve.
É cortar pra contar.
Fragilidade, e finitude.
É atenção ao pequeno, por sua complexidade em ser simples.”

(Bicalho, KK)

Contrastes. Cheio e vazio. Preto e branco. Limites planejados e crescimento espontâneo. Avenida do Contorno?
É neste limite entre a ideia e a realidade belorizontina que os trabalhos de KK Bicalho acontecem, onde silhuetas de papel limitam a figura, mas os seus significados transpõem o contorno.

 

Escapa ao nosso controle a compreensão completa dos movimentos e transformação da cidade e, se opondo a toda essa inquieta transformação é que o recorte se constrói em pequenas cenas onde pessoas se relacionam com locais de Belo Horizonte numa amplitude deslocada, carregada de quietude.

 

E para que o silêncio seja maior, o trabalho tem dimensões mínimas, é preciso observar de perto o trabalho em seus poucos centímetros, e esta aproximação desloca o olhar para o espaço da cidade sugerido na obra. Silêncio e barulho unidos por uma dimensão provocativa o observador que, curioso pelo traço da tesoura, passa a fazer parte dessa quietude num diálogo de pertencimento com a obra. Reconhecemo-nos pela memória daquele lugar do qual fazemos parte como patrimônio vivo.

 

SOBRE KK BICALHO
KK Bicalho é mineira carregada de “uai”. Belorizontina de 28 anos formou-se em Artes Plásticas e Arte-Educação pela Escola Guignard/UEMG. Por conta de seus rabiscos tomou gosto pela linha, e um dia brincou de fazer linha com a tesoura. KK especializou-se em Desenho e com a série de recortes de papel intitulada Minuances participou de exposições em Minas Gerais e Rio de Janeiro. Partindo da curiosidade pelo silêncio na existência humana, a artista continua a desenvolver a série de recortes em miniatura continuamente, dialogando com a figura humana de forma quieta e observadora. KK insere o vazio na obra como a voz de maior volume. Tesoura e papel.

 


 

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