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Festival Musimagem – Bruno Coulais

Quando:


Data: 22/09/2016 - 25/09/2016

Horário: 00:00

Sobre:


Amadores de cinema e de música, não percam a vinda a Belo Horizonte do compositor francês Bruno Coulais, convidado internacional especial do festival Musimagem. As melodias do compositor serão tocadas pela excepcional Orquestra de Ouro Preto, não podem perder!

O festival, que acontecerá de dia 22 a 25 de setembro no CCBB, contará com Workshops, Mesas de Debate e Grupos de Trabalho sobre a importância da relação entre música e imagem nas artes.

Bruno Coulais é um dos compositores mais reconhecidos na França, graças a, dentre outros, a trilha sonora dos filmes Os Coristas e Coraline.

Façam sua inscrição no site do Festival.

BRUNO COULAIS

BC

“No cinema, o compositor deve caminhar no sentido dos diretores, entrar em seus mundos, mas sem renunciar
ao seu próprio. Esta é a dificuldade ou paradoxo da música para imagem. Em colaboração com cineastas de universos diversos, eu penso ter descoberto muitas coisas em termos de escrita. O que me ajudou a progredir, a explorar territórios que não eram naturais meus. O mais frequente possível, procurei construir formulas orquestrais inéditas, mesmo correndo o risco de errar. Mas ao menos, me arrisquei, usei o cinema como um laboratório, como um terreno para experiências. Para mim, o mais empolgante nesta forma de expressão, é que se pode trabalhar tanto com polifonias corsas, ao mesmo tempo que músicos de Jazz, da variedade, do clássico. Ou até mesmo de rappers. À imagem do mundo contemporâneo, um mondo aberto onde todas as culturas se misturam”.

Esta profissão de fé, bela e sincera, é da autoria de Bruno Coulais, um dos compositores mais inovadores do cinema Frances. Jovem sinfônico, autor de obras de concerto, ele descobre na música de filme (em 1978) um meio de expressão complementar, uma maneira de trazer a exigência de sua escritura para um maior público. Se tratando de obras de pesquisa ou de blockbuster Francesa (Vidocq, Belphégor Les Rivières pourpres), Bruno encara sua arte como uma janela aberta para o mundo, revelando um dom de alquimista moderno, uma maneira pessoal de misturar as culturas e de criar uma verdadeira fusão entre, por exemplo, coro tibetano, percussão egípcia e polifonias corsas com A Filetta, seu grupo vocal favorito desde Don Juan de Jacques Weber. Sem falar de um vigor único para construir climas oníricos de uma doçura intrigante, à base de canções de ninar distorcidas ao charme hipnótico, vozes de crianças e caixinhas de música.

Hoje, após trinta e cinco anos de composição para imagem, Bruno Coulais adquiriu um status único de compositor contrabandista, agente triplo, “dinamitador” de fronteiras. A prova: em sua filmografia, o Marsupilami tende sua mão à Volker Schlöndorff, André Gide trata por você Lucky Luke, Diderot sorri à Isaac Hayes. Escutar suas obras no cinema, em disco ou em concertos, é um convite a viajar no universo de um criador determinado a sonhar com o futuro, um criador cujo a calma exterior contrasta de maneira surpreendente com a intensidade do mundo interno.

Site oficial: http://www.brunocoulais.com – Biografia escrita pelo Stéphane Lerouge, tradução: Aliança Francesa de Niterói


 

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